sábado, 12 de abril de 2014

Autoconhecimento nunca é demais

Que atire a primeira pétala de rosa quem não está em busca do autoconhecimento. Saber nossos pontos fortes e fraqueza nos dão segurança para lidarmos com as adversidades e situações da vida. 

Tenho pensado seriamente neste tema nos últimos meses e jamais me darei por vencida enquanto não encontrar aquele projeto B que durmo e acordo pensando todos os dias.

Ganhei um livro do novo programa do RH, onde gestão é dada pelos pontos fortes de cada um e não o gerenciamento das fraquezas. Achei inteligente este pensamento e questiono por que nenhum ser havia pensado nisso antes?

Bem, depois de fazer o teste, lá vão as respostas. São 34 características, na qual o teste de fornece suas 5 mais dominantes. As minhas:

CARISMA: realmente adoro conquistar e estar com as pessoas. Por que não sorrir para derreter um coração de gelo? Conhecer pessoas novas, conversar sobre temas diversos é delicioso.

CRENÇA: sou motivada pelos meus valores e confiança. O significado do trabalho representa bem mais do que o dinheiro nesta vida. Nada faz sentido sem um objetivo maior por trás que move tudo.

ESTUDIOSO: Sim, adoro os livros e a academia. Gosto de conversar com os professores (aliás, já fui a queridinha de muitos), de aprender coisas novas. De realizar trabalhos, ampliar conhecimentos e agregar sempre, cada dia mais.

INDIVIDUALIZAÇÃO: gosto de observar as pessoas e as diferenças que há entre elas. Adoro ouvir novas histórias, entender suas personalidades e lidar de forma diferente com cada uma delas.

POSITIVO: sou um poço de energia positiva, entusiasmo, contágio e coisas boas. Meu copo está sempre meio cheio, quando não, totalmente cheio. Vazio, jamais!


Pensando bem, não entendo pouco de mim mesma. Ao olhar a descrição do meu perfil que escrevi quando lancei o blog, vi muito em comum:

Feliz (positivo), inteligente, ansiosa, sentimental (carisma e individualização), vaidosa, brava, CDF (estudioso), indecisa e justa (crença), como uma boa libriana.

Próximos passos: o que fazer com tudo isso agora?






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The other side of #Lollapalooza

Pensei no título deste post como #lollafail para me referir à gafe do New Order em não tocar Regret. O show foi bem bacana, os tiozinhos tocam muito, mas entendem pouco no quesito "agitar o público".

Não tenho o que reclamar da organização impecável do evento neste ano. Sei que no sábado aconteceram contratempos e não tive a infelicidade de conferi-los. Apesar da distância entre um palco e outro e o fato de não ter mais Heineken como cerveja oficial, tudo estava perfeito. Gente bacana, muitos comes, bebes e música de qualidade.

Ao contrário das minhas expectativas que alimentei ao longo de exatos 5 meses desde que adquiri o ingresso, a música que mais me arrepiou foi "Black Hole Sun" do Soundgarden. Adoro os caras, mas não conheço todas as músicas. Assistir aquele muso do Chris Cornell ao lado da minha querida amiga Cris, me fez viajar no tempo do cursinho quando tocávamos violão na pista central da Av. Paulista plena manhã de 6a feira.

Mais uma para os top 10!



Soundgarden - Black Hole Sun



sábado, 5 de abril de 2014

Regret

As New Order said "It's nothing that I regret". Nothing at all.

Arrepender-se. Apenas de não ter arriscado, de não ter falado, de não ter feito.
Não tenho o que me lamentar ou me arrepender nos últimos tempos.
Tenho vivido uma vida plena (às vezes um pouco mais estressante do que deveria), mas com muitas conquistas e sonhos a se realizarem em breve.

Amanhã será o Lolla e, mesmo tendo que economizar todos os centavos do mundo para o casamento, tenho certeza que não irei regret por ter comprado este ingresso e disfrutado o show de uma banda que amo: New Order!

Enjoy it!



Regret - New Order



domingo, 23 de março de 2014

Tempo roubado… ou emprestado?

O Outono chegou aí. O calor estava bom, apesar de uns dias quentes demais. Não tenho como negar que acho uma delicinha ficar morgando em casa debaixo das cobertas e assistindo um filminho com o meu amor. É, gente… acho que tô ficando velha mesmo.

No post anterior, divaguei um pouco sobre o tempo. Realmente tenho filosofado um tanto quanto este assunto ultimamente.

A melhor agora é que andei roubando o tempo. Mas como?
Bem, não uso relógio há muitos anos. Desde que um ladrão de galinhas me assaltou no ônibus meu reloginho lindo com pulseira militar verde, resolvi aposentar as horas.
Olho no celular, no relógio da rua (que agora tem 1 a cada 1 Km), pergunto para os outros e por aí vai.

Me senti roubando o tempo, quando, no meio de uma reunião importante precisava urgentemente ver a hora. Seria um ato indelicado clicar no celular para olhar a hora, tinha que fazer um movimento mais discreto. Foi quando percebi que a pessoa na qual não parava de falar carregava um relógio do tamanho de seu ego e, enfim… roubei as horas.

Fiquei empolgada com este gesto tolo, que agora isso virou minha mania. Percebi que relógios digitais só os corredores gostam para ostentar seus Garmins (às vezes até eu uso o do Du emprestado para passar pinta de corredora). A maioria gosta mesmo é de relógio de ponteiro, e grande! Mulherada: continuem gastando aos tubos nos seus Michael Kors, eles são os melhores para visualização de longe. E eu, com meus olhos de lince que o Dr. Molinari me vendeu, pesco todos!





Meu relógio de vaquinha, lindo que tanto me acompanhou pelas odisséias da vida...

domingo, 16 de março de 2014

Tempo, tempo, mano velho falta um tanto ainda eu sei...

Os dias passam rápido. Sabia que este ano seria assim, mas há um enorme abismo entre o saber e o vivenciar.

Ao entrar no site que é praticamente meu guru, no qual publico várias de suas fotos aqui para ilustrar meu posts, ele fala do tempo.

Há pouco estava chorando igual a uma tonta na passagem do ano: 2014. Um ano de muita responsabilidade e de pequenas grandes mudanças na minha vida.

Almejei que tudo desse certo sempre, saúde para toda minha família e amigos, felicidade, paz, prosperidade, dinheiro, e sol, muito sol.

Tenho me dedicado com intensidade ao trabalho, mudanças e coisas boas vem chegando. Em contrapartida, horas a mais diárias e dedicação mais profunda. 
Voltei aos treinos no Ibira no início do ano, minha eterna peleja contra a preguiça e o sedentarismo.
Checkup. Tudo certo. Meu colesterol volta a ficar normal (ufa!).
Vida desregrada, comida junkie, pouco tempo para cuidar de mim e muito tempo dedicado ao casamento.

Casamento. Cada coisa que eu fecho, aparece mais umas 5 para ver. Tá tudo meio que interligado e estou adorando esta brincadeira de ser princesa um dia. Confesso que está me tomando um bom tempo de horas navegadas na internet e ao vivo, pensamentos, conversas e devaneios.

Lua-de-mel. A tão sonhada viagem. Europa de novo, é claro. Onde mais poderia ser? Começo a pagar e minhas economias se esvaem por um buraco negro. Não reclamo, tenho certeza que valerá a pena.

O Lollapalooza que estava tããão longe lá em novembro quando comprei e estamos a 3 semanas dele. Jajá terei visto outros shows incríveis para colocar no currículo e guardar na memória.
Depois Copa. E assim vai 2014.

Tempo, precioso tempo: posso te pedir para passar mais rápido em certos momentos e um pouco menos depressa nos melhores deles?



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